1.- O que pode ser feito em Portugal para tentar aumentar a oferta de casas e, consequentemente, baixar os preços?
Criar condições para que haja mais construção e reduzir os custos de construção, devido ao aumento dos preços de matérias-primas e à falta de mão-de-obra.
Reduzir o IVA da construção imobiliária para habitação de 23% para 6%, com a mesma lógica que já existe na reabilitação urbana, redução da carga fiscal, nomeadamente do Imposto Municipal de Imóveis (IMI).
2.- Um dos “segredos” para ajudar a fazer face à crise na habitação e para aumentar a oferta pode passar pela aposta na construção em altura? Porquê? O que está realmente em causa quando se fala em construir em altura? São apenas os chamados arranha-céus?
A altura dos prédios pode ser uma resposta para a escassez de habitação, mas a nível de licenciamento camarário existem por vezes muitas restrições à altura dos edifícios.
Com crescimento da necessidade de habitação, em várias regiões do país e escassez da mesma, faz com que os preços aumentem, e as pessoas com menos recursos não tenham condições de se estabelecer ali, e acabam ter de residir fora das cidades e longe do trabalho.
3.- Deveria apostar-se mais neste tipo de construção? É um modelo que funciona para qualquer contexto urbanístico? Quais as vantagens deste tipo de construção a nível de eficiência, sustentabilidade e também a nível social e económico? E que desvantagens se podem apontar? Muitas vezes as torres geram contestação popular e política...
A possibilidade de construir prédios mais altos e aumentar a densidade pode trazer alguns benefícios.
Uma cidade mais "compacta" implica que as pessoas não precisam se locomover para grandes distâncias, e não perder muito tempo para ir de um ponto A para um ponto B.
Mas uma maior concentração de pessoas num local e da atividade económica num só espaço, pode causar maior pressão sobre as infraestruturas urbanas.
4.- Que países são bons e maus exemplos deste tipo de desenvolvimento urbanístico?
Nas grandes cidades onde prevalecem volumetrias de construção em altura, a sombra dos edifícios reduz a disponibilidade de sol, a proximidade entre os prédios de grande porte, acaba produzir grandes corredores de vento, e nas cidades costeiras as sombras dos mesmos, torna as praias menos atraentes.
De ressalvar, também, que todos estes fatores podem ser prejudiciais para quem habita nestas regiões das cidades. Limitar o tamanho dos prédios pode trazer ganhos nestas situações.
Em contrapartida em cidades localizadas em países muito quentes, estes fatores jogam a favor da vivencia da população.
5.- A alteração de uso dos solos, nomeadamente agrícolas, por parte das autarquias poderia ser uma forma de ajudar a aumentar a oferta, sobretudo à volta das grandes cidades? E neste caso a construção em altura faria sentido?
No perímetro de algumas cidades, onde existe uma carência acentuada de habitação, a conversão de prédios rústicos, com capacidade construtiva e aos quais não esteja a ser dado uso, em terrenos para construção, pode ser uma solução.
Converter os prédios rústicos e sem uso, para construção habitação a custos controlados, poderá ser a solução para colmatar as carências habitacionais deste tipo de publico.
6.- Vários players do setor imobiliário consideram que seria importante fazer alterações ao Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE) e aos Planos Diretores Municipais (PDM), bem como à carga fiscal que é aplicada na habitação, para aumentar a oferta de casas no mercado? Considera que esse é o caminho a seguir? Porquê? Teria impacto direto, por exemplo, na promoção imobiliária, de forma a poder-se construir mais em altura?
Simplificar e atualizar o Regulamento Geral das Edificações Urbanas, facilitar a demolição de edifícios antigos e desabitados, permitir a construção em altura em zonas periféricas, diminuir a carga fiscal sobre o setor da construção, colocação de milhares de imóveis públicos inutilizados no mercado.
1.- O que pode ser feito em Portugal para tentar aumentar a oferta de casas e, consequentemente, baixar os preços?
Criar condições para que haja mais construção e reduzir os custos de construção, devido ao aumento dos preços de matérias-primas e à falta de mão-de-obra.
Reduzir o IVA da construção imobiliária para habitação de 23% para 6%, com a mesma lógica que já existe na reabilitação urbana, redução da carga fiscal, nomeadamente do Imposto Municipal de Imóveis (IMI).
2.- Um dos “segredos” para ajudar a fazer face à crise na habitação e para aumentar a oferta pode passar pela aposta na construção em altura? Porquê? O que está realmente em causa quando se fala em construir em altura? São apenas os chamados arranha-céus?
A altura dos prédios pode ser uma resposta para a escassez de habitação, mas a nível de licenciamento camarário existem por vezes muitas restrições à altura dos edifícios.
Com crescimento da necessidade de habitação, em várias regiões do país e escassez da mesma, faz com que os preços aumentem, e as pessoas com menos recursos não tenham condições de se estabelecer ali, e acabam ter de residir fora das cidades e longe do trabalho.
3.- Deveria apostar-se mais neste tipo de construção? É um modelo que funciona para qualquer contexto urbanístico? Quais as vantagens deste tipo de construção a nível de eficiência, sustentabilidade e também a nível social e económico? E que desvantagens se podem apontar? Muitas vezes as torres geram contestação popular e política...
A possibilidade de construir prédios mais altos e aumentar a densidade pode trazer alguns benefícios.
Uma cidade mais "compacta" implica que as pessoas não precisam se locomover para grandes distâncias, e não perder muito tempo para ir de um ponto A para um ponto B.
Mas uma maior concentração de pessoas num local e da atividade económica num só espaço, pode causar maior pressão sobre as infraestruturas urbanas.
4.- Que países são bons e maus exemplos deste tipo de desenvolvimento urbanístico?
Nas grandes cidades onde prevalecem volumetrias de construção em altura, a sombra dos edifícios reduz a disponibilidade de sol, a proximidade entre os prédios de grande porte, acaba produzir grandes corredores de vento, e nas cidades costeiras as sombras dos mesmos, torna as praias menos atraentes.
De ressalvar, também, que todos estes fatores podem ser prejudiciais para quem habita nestas regiões das cidades. Limitar o tamanho dos prédios pode trazer ganhos nestas situações.
Em contrapartida em cidades localizadas em países muito quentes, estes fatores jogam a favor da vivencia da população.
5.- A alteração de uso dos solos, nomeadamente agrícolas, por parte das autarquias poderia ser uma forma de ajudar a aumentar a oferta, sobretudo à volta das grandes cidades? E neste caso a construção em altura faria sentido?
No perímetro de algumas cidades, onde existe uma carência acentuada de habitação, a conversão de prédios rústicos, com capacidade construtiva e aos quais não esteja a ser dado uso, em terrenos para construção, pode ser uma solução.
Converter os prédios rústicos e sem uso, para construção habitação a custos controlados, poderá ser a solução para colmatar as carências habitacionais deste tipo de publico.
6.- Vários players do setor imobiliário consideram que seria importante fazer alterações ao Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE) e aos Planos Diretores Municipais (PDM), bem como à carga fiscal que é aplicada na habitação, para aumentar a oferta de casas no mercado? Considera que esse é o caminho a seguir? Porquê? Teria impacto direto, por exemplo, na promoção imobiliária, de forma a poder-se construir mais em altura?
Simplificar e atualizar o Regulamento Geral das Edificações Urbanas, facilitar a demolição de edifícios antigos e desabitados, permitir a construção em altura em zonas periféricas, diminuir a carga fiscal sobre o setor da construção, colocação de milhares de imóveis públicos inutilizados no mercado.
1.- O que pode ser feito em Portugal para tentar aumentar a oferta de casas e, consequentemente, baixar os preços?
Criar condições para que haja mais construção e reduzir os custos de construção, devido ao aumento dos preços de matérias-primas e à falta de mão-de-obra.
Reduzir o IVA da construção imobiliária para habitação de 23% para 6%, com a mesma lógica que já existe na reabilitação urbana, redução da carga fiscal, nomeadamente do Imposto Municipal de Imóveis (IMI).
2.- Um dos “segredos” para ajudar a fazer face à crise na habitação e para aumentar a oferta pode passar pela aposta na construção em altura? Porquê? O que está realmente em causa quando se fala em construir em altura? São apenas os chamados arranha-céus?
A altura dos prédios pode ser uma resposta para a escassez de habitação, mas a nível de licenciamento camarário existem por vezes muitas restrições à altura dos edifícios.
Com crescimento da necessidade de habitação, em várias regiões do país e escassez da mesma, faz com que os preços aumentem, e as pessoas com menos recursos não tenham condições de se estabelecer ali, e acabam ter de residir fora das cidades e longe do trabalho.
1.- O que pode ser feito em Portugal para tentar aumentar a oferta de casas e, consequentemente, baixar os preços?
Criar condições para que haja mais construção e reduzir os custos de construção, devido ao aumento dos preços de matérias-primas e à falta de mão-de-obra.
Reduzir o IVA da construção imobiliária para habitação de 23% para 6%, com a mesma lógica que já existe na reabilitação urbana, redução da carga fiscal, nomeadamente do Imposto Municipal de Imóveis (IMI).
2.- Um dos “segredos” para ajudar a fazer face à crise na habitação e para aumentar a oferta pode passar pela aposta na construção em altura? Porquê? O que está realmente em causa quando se fala em construir em altura? São apenas os chamados arranha-céus?
A altura dos prédios pode ser uma resposta para a escassez de habitação, mas a nível de licenciamento camarário existem por vezes muitas restrições à altura dos edifícios.
Com crescimento da necessidade de habitação, em várias regiões do país e escassez da mesma, faz com que os preços aumentem, e as pessoas com menos recursos não tenham condições de se estabelecer ali, e acabam ter de residir fora das cidades e longe do trabalho.
Com uma equipa de mais de 200 profissionais e 21 unidades já estabelecidas em Portugal, a Xfin visa expandir para 60 unidades até o final do ano.
A empresa oferece um serviço completamente gratuito e personalizado, focando na identificação da solução de crédito ideal para cada perfil e necessidade. Para alcançar esse objetivo, a Xfin conta com uma equipa de especialistas altamente qualificados, que acompanha cada etapa do processo e apoia os clientes durante a preparação dos contratos.
A marca também utiliza um software exclusivo, desenvolvido internamente, que acelera a comunicação entre suas unidades franchisadas e os bancos.
“Queremos proporcionar serviços de intermediação financeira simples, descomplicados e transparentes aos nossos clientes, procurando encontrar a solução que melhor se adequa a cada caso particular garantindo a poupança de tempo, esforço e dinheiro. Queremos ser o parceiro a quem os portugueses, as suas famílias e os pequenos negócios sabem que podem recorrer para realizar os seus sonhos”, afirma Bernardino Machado, CEO da XFin.
O responsável acrescenta ainda que “a Xfin nasceu de um grande know-how e experiência na área. É um mercado que conhecemos, estudámos e investimos muito no desenvolvimento de software e recrutamento, para formar esta rede, onde profissionais, parceiros e tecnologia trabalham em conjunto para melhor servir os nossos clientes”.
Consórcio de imobiliárias portuguesas Arcada, Chave Nova e Zome cria intermediário de crédito com mais de 200 profissionais
Construção em altura como resposta à crise na habitação em Portugal?
Conheça a opinião do nosso CEO Pedro Pires
Consórcio de imobiliárias portuguesas Arcada, Chave Nova e Zome cria intermediário de crédito com mais de 200 profissionais
Partilhar: